Parei de encontrar culpados

Parei de encontrar culpados

Olá meus amores!

Hoje trago um tema que acredito que em algum momento da vida, todos nós já vivenciamos.

A mania de culpar os outros pelos nossos erros, para nos eximirmos da culpa.

Você já parou para pensar que é muito mais fácil encontrar culpados para nossos erros, se vitimizar, ficar jogando nossa responsabilidade de fracasso sobre os outros, dando desculpas?

Sabe por que eu sei disso? Simplesmente porque durante anos da minha vida eu agi exatamente assim. Eu era a vítima do mundo, eu me colocava neste ciclo de tristeza e lamentação, lembro como se fosse hoje, como tu está Edi? Estou bem dentro do possível, mas meu chefe só pega no meu pé… a fulana poderia me ajudar em tal coisa e faz tudo errado, não deu certo porque o ciclano não me ajudou…e por aí vai, um mar de lamentações e vitimização. Essa era minha vida, meu ciclo destrutivo, e por aqui fiquei anos e anos, me alimentando disso.

Durante anos usei máscaras, não demonstrava fraqueza, aparentava estar sempre bem, me defendia achando que estava certa e culpando os outros. Não demostrar minhas vulnerabilidades, não assumir meus erros, transferir a responsabilidade para o próximo, me assombrava e me mutilava nos meus momentos de solidão, eu comigo mesma.

Com o tempo aprendi que errar é humano, que eu não me permitia errar, por isso culpava os outros, eu tinha que “ser perfeita”… imaginem, como se existisse perfeição!! Sofria muito e entrava em pânico se algo não ocorresse como “deveria ser e estar”, sob meu controle.

Ao compreender e aceitar meus erros, entender que isso me fortalecia e me trazia aprendizado, assumi a responsabilidade dos meus atos, tirei a máscara, enfrentei meus fantasmas, acolhi as dores e tudo ficou tão pequeno, tão simples, tão melhor e mais leve.

A autorresponsabilidade pela minha vida, pelos meus atos, minhas decisões, meu erros, simplesmente me fortaleceu, aprendi que tudo depende de mim, da minha maneira de pensar, de agir, de ver a vida, as pessoas, os acontecimentos e que eu sou a única grande responsável por criar a minha realidade.

Quando parei de encontrar culpados, me encontrei, me libertei!

Como seria se você assumisse a responsabilidade pela sua vida?

Se você se identificou, responda a essa pergunta com sinceridade. Se conhece alguém que precisa ler esse texto, compartilhe para ajudar na reflexão e na construção de uma vida próspera, sem máscaras e cheia de essência.

Errar é humano! Assuma seus erros e aprenda com eles.

Beijos no coração!

Até semana que vem.

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